Etic

graffiti / 2009

A ETIC (escola técnica de imagem e comunicação), em Lisboa, tinha um problema com os tags nas casas-de-banho. Contactado através da Who, para resolver esta questão, decidi, nada mais, do que deitar mais achas à fogueira e encher o espaço de elementos gráficos, escorridos, ainda mais tags, bonecadas, dedicatórias, expressões faciais incomodadas com o cheiro, como se fosse um acumular de pinturas de diversas pessoas ao longo do tempo. Espero que continuem o trabalho e que o problema se transforme num processo.

www.etic.pt
www.who.pt

Wesc

graffiti / 2009

Este ano comecei a trabalhar com a WeSC (we are the superlative conspiracy) como activista da marca. A minha primeira tarefa foi decorar a loja do Chiado em Lisboa. A minha ideia foi pegar no tema 'conspiração' e desevolve-lo pelo espaço. Assim criei uma história à volta das torres gémeas que foram demolidas por um grupo de robots a trabalhar para o governo enquanto este distrai as pessoas com objectos coloridos, mantendo-as debaixo de ilusão e manipulação. Muahaha! Será conspiração? Usei caixotes e material de papelaria para criar as torres. As letras do fumo são em tecido e o resto é graffiti!

www.wesc.com
www.myspace.com/wesc.chiado

Airães

graffiti / 2009

Fui convidado para fazer este trabalho na escola EB 23 de Airães. O João Fernandes, responsável por uma consciencialização artística bastante marcante nos putos daquela escola, deu-me liberdade total para fazer de uma sala de convívio escurecida um sítio agradável e colorido onde os miudos passam grande parte do tempo.

SumolZ 'Alternativismo'

graffiti / 2009

A Sumol Z, decidiu fazer um evento, integrado na campanha 'alternativismo', na Pça. Luís de Camões em Lisboa, com djs e pessoal a pintar mupies, que depois seriam colocados pela cidade em spots gentilmente cedidos pela CML, visto esta campanha estar integrada nas Festas da Cidade. A 'Who' convidou-me a mim, ao Jucapinga, ao Vulto e ao Uber para pitarmos durante o evento. Como a campanha focava uma estética 'alternativa', decidi pegar em personagens 'alternativas' (ao sistema neoliberal das marcas e do mercado), como o Ché, o Marx e outras figuras do comunismo, dando-lhes um look (e perdoem mais uma vez o uso da palavra) 'alternativo'. Ché de Cartola, Marx de rastas, Mao de crista, etc. Tudo muito bem até que alguém ficou ofendido com a mensagem política (?) e, em ano de eleições, mandou retirar todos os meus mupies... No final fiquei contente porque hoje acredito, ainda mais, que a democracia corporativa se escreve a lápis azul.

www.sumol.pt/pt/sumol-zero/zero
www.who.pt
jucapinga.com/

Adoro os Açores, parte IV

graffiti / 2009

Dois mais dois igual a Açores. Mais uma vez sem palavras, Mr Dheo and I, rocking the Azores! Desta vez, como já somos lá da terra, fizemos uns auto e alter retratos!

www.mrdheo.com